O Fluminense confirmou a contratação do treinador Renato Gaúcho. Esta é a sexta vez que o técnico assume o Tricolor das Laranjeiras, clube que também é ídolo como jogador.
O treinador já é esperado para comandar o time no próximo fim de semana, contra o RB Bragantino, no domingo (6), pelo Campeonato Brasileir0 2025.
Voltou o Gaúcho
- O Fluminense confirmou a contratação do treinador Renato Gaúcho;
- Esta é a sexta vez que o técnico assume o Tricolor das Laranjeiras, clube que também é ídolo como jogador;
- O treinador deverá comandar o time no próximo fim de semana, contra o RB Bragantino, no domingo (6), pelo Campeonato Brasileir0 2025.
Ame o Rio
O treinador terá o maior salário de um treinador na história do Fluminense. Setoristas afirmam que os valores giram na casa dos R$1,5 milhão por mês.
Renato Gaúcho estava livre no mercado da bola desde o fim do ano passado, quando saiu do Grêmio. Antes de Portaluppi, o Fluminense tentou contratar Gabriel Milito, que esteve no Atlético-MG na temporada de 2024 e foi vice-campeão da Copa do Brasil e da Libertadores com o time mineiro, mas o treinador recusou.
Essa será a sua sexta passagem pelo time das Laranjeiras. A última foi há 11 anos, quando ficou no cargo apenas três meses.
Pelo Fluminense, Renato Gaúcho conquistou a Copa do Brasil em 2007, e chegou na final da Copa Libertadores em 2008, mas ficou com o vice.
Flu SAF
A proposta deverá ser apresentada na próxima reunião do conselho do clube, no dia 14. A ideia da venda é de 60% das ações do futebol, em um modelo de cotas para acionistas. Ainda não se sabe se apenas um investidor fará a proposta, ou a porcentagem será dividida.
Recentemente, o time informou, por nota oficial, que o Banco BTG Pactual vem conduzindo conversas com potenciais investidores, com o objetivo de receber uma proposta formal de investimento no clube:
“O Fluminense Football Club reafirma que o Banco BTG Pactual vem conduzindo conversas com potenciais investidores, com o objetivo de receber uma proposta formal de investimento no clube. Até o momento, não houve qualquer manifestação oficial de interesse. Portanto, especulações sobre valores, estruturas ou termos de uma eventual transação não podem ser confirmadas ou negadas, nem pelo clube, nem por seu assessor financeiro. Caso uma proposta formal venha a ser apresentada, ela será submetida a uma análise criteriosa, considerando não apenas o aporte financeiro inicial, mas também aspectos como a eventual assunção de dívidas, investimentos anuais no futebol, repasses que garantam a sustentabilidade do Clube Social e dos Esportes Olímpicos, regras de governança da nova entidade, entre outros elementos relevantes.
O Fluminense reitera seu compromisso com a transparência e informa que, tão logo uma proposta formal seja recebida, seus detalhes serão apresentados aos Conselhos Diretor, Deliberativo e Fiscal, bem como divulgados publicamente aos sócios e torcedores. Ao final, conforme determina a governança do clube, caberá à Assembleia Geral deliberar sobre sua aprovação. Adicionalmente, esclarecemos que não houve qualquer proposição oficial ao presidente Mário Bittencourt sobre propostas relacionadas à SAF. As especulações que circulam são compreensíveis, dada a relevância do tema e o fato de que, em qualquer processo de aquisição, é natural que haja discussões sobre a permanência ou não da atual gestão.
Em linha com o compromisso de transparência, está agendada para o dia 14 de abril uma reunião com o Conselho Deliberativo, ocasião em que será apresentado um panorama atualizado do processo até aqui. Por fim, o Fluminense destaca que vem desenvolvendo este tema há cerca de dois anos, com o apoio do BTG Pactual, sempre de forma responsável e em busca da melhor solução para o clube”.
Valores conhecidos
Segundo o jornal “O Globo”, a SAF do Fluminense valeria cerca de R$850 milhões. O jornalista Lauro Jardim deu detalhes da negociação. Seriam R$500 milhões em dois anos (R$270 milhões neste ano e R$230 milhões nos próximos dois anos (2026 e 2027).
Para tocar a “empresa”, o CEO seria Mário Bittencourt, o próprio presidente. De acordo com o Lauro Jardim, a ideia é de um contrato de cinco anos para Mário, renováveis por mais cinco, com o salário não revelado. Para ser demitido, o presidente receberia todos os salários do tempo restante do contrato em vigência.