O comitê de ética e disciplina do Cruzeiro abriu uma investigação contra o ex-presidente Wagner Pires de Sá na noite de terça-feira, dando à gestão do presidente pelo menos 10 dias para preparar uma defesa.
O ex-executivo da Raposa será julgado em sua ausência, se não apresentar uma defesa. Portanto, o caso deve ser ouvido pelo conselho deliberativo.
O conselheiro Herones Márcio Amaral Lima foi escolhido como relator do processo. Ele foi o único diretor presente na reunião de 2018 que votou a favor do balanço corrigido do ano.
O clube chegou a pedir que Wagner Pires e seu vice-presidente, Hermnio Lemos, fossem expulsos do time no ano passado. Mas o atual governo, por outro lado, interrompeu e reiniciou o procedimento desde o início.
Wagner Pires de Sá foi eleito pelo Cruzeiro em outubro de 2017 e renunciou em dezembro de 2019 após uma série de denúncias de violações ao longo de sua gestão, sua má gestão resultou no rebaixamento da Raposa à Série B do Brasileirão.
No ano passado, o ex-diretor foi citado como réu em um caso que buscava investigar se sua administração estava com problemas. Durante o processo, o Cruzeiro também entrou com ações judiciais contra o ex-presidente e outros membros de sua administração. Wagner Pires é um assessor da Fox que merece.
Resta saber como esse caso seria resolvido, mas é seguro dizer que as coisas não parecem exatamente boas para Wagner Pires no momento.